Ontem, realizou-se o jogo mais importante da competição. De um lado estava a equipa da Alemanha, que chegou à final, fruto da grande eficácia da equipa concretizando quase sempre as poucas oportunidades que dispunha. Do outro lado, a Espanha, com um futebol bonito e cativante, mas organizado. A Espanha, foi a única equipa do lote das favoritas a mostrar de facto, todo o seu potencial. Acabou mesmo por se sagrar campeã da Europa, venceu e bem a Alemanha por 1-0, o troféu volta assim ás mãos de uma selecção digna.
Antes do jogo houve muita especulação se Ballack iria jogar, pois tem tido algumas dificuldades físicas. Houve quem dissesse, que tudo não passava de um bluff se era ou não, não sabemos, o certo é que jogou. Do lado da Espanha, era de notar a ausência de David Villa, o melhor marcador da competição, por lesão. No seu lugar jogou o suplente de luxo, Cesc Fabrégas.
O jogo começou e a Alemanha entrou muito melhor que a Espanha. Quem viu o inicio do jogo deve ter pensado, que íamos ter nova surpresa neste Europeu, em que mais um favorito se eclipsava.
A Alemanha surpreendia, porque ao contrário do que tinha feito até aqui, tentava mandar no jogo. Chegou mesmo a ter oportunidades de marcar, como um erro de Sérgio Ramos logo aos 5min, que Klose não soube aproveitar.
Porém, este domínio alemão durou apenas cerca de 15min, a partir daí, a Espanha voltou ao seu normal e tomou as rédeas do jogo. Xavi, Iniesta e Fábregas pegaram no jogo (que meio campo!), Sérgio Ramos recuperou do mau inicio de jogo e Marcos Senna acertou a marcação a Ballack.
A partir daqui só deu Espanha, literalmente. A Espanha trucidava a defesa alemão e Fernando Torres atirou mesmo uma bola à barra,.as aos 33 min não perdoo e depois de passar por Lahm, pica a bola à saída de Lehmann e faz o golo. A Espanha estava agora mais perto da Taça.
A segunda teve uma Alemanha a tentar contrariar a superioridade clara dos espanhóis, principalmente pelos pés de Ballack mas, estas tentativas morriam sempre nas mão de Casillas. Xavi esteve fantástico, a dar sempre a velocidade necessária à sua equipa.
Joachim Low, aida tentou mudar a maré do jogo com a entrada de Kuranyi,, para apostra nos cruzamentos dos seus dois extremos, Podolski e schweinsteiger. Mas Aragonés respondeu bem com as entradas de Guiza e Cazorla, que deram mais frescura à equipa.
O jogo acabou mesmo com a vantagem mínima da Espanha, apesar de várias ocasiões de golo perdidas pelos espanhóis. Casillas, levantou finalmente um troféu para a Espanha, 44 anos depois.
Não se tratou apenas uma vitória de uma selecção e de um país, tratou-se da vitória do bom futebol, do futebol bem jogado, do futebol espectáculo. depois de tantas derrotas injustas neste torneio, a melhor selecção e mais regular acabou mesmo por ganhar.
Aragonés despede-se assim em grande da selecção espanhola, ao contrário do que aconteceu com Scolari.









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